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Onde comprar: acessórios em pedra bruta

No post passado – lago aqui abaixo, ó! Vai lá ler –  eu falei que estou nessa vibe de acessórios em pedra bruta. Se tem uma coisa que eu não sou nessa vida é hippie e não me identifico em nada com o estilo boho. Mas sabe lá Deus o porquê, me apaixonei por esse estilo de bijoux, que tem muito a ver com essa estética. Aliás, eu até acho que sei! É que ele tem uma pegada um pouco minimalista, de ter apenas um elemento de destaque, no caso a pedra sem muita lapidação. Mas enquanto a galera do boho chic usa tudo junto, em um super mix de colares, eu acabo usando o acessório sozinho, para ser o tchan do look, sabe? ;)

acessorios-pedra-bruta-onde-comprarA tendência ainda é tímida – ainda não vi chegar nas grandes lojas de departamento e acessórios – mas acredito que vá ganhar força neste verão, por dois motivos. Primeiro pelo que falei no começo do texto: os acessórios de pedras brutas tem tudo a ver com essa tendência boho que continua firme e forte para esse verão. E segundo, porque estamos em um período que tendemos a resgatar materiais rústicos, naturais, coisas que remetam um jeito artesanal de produzir. Na moda, a gente vem percebendo a valorização de peças em rendas, bordados manuais, crochê e outros materiais resgatados de um cultura de produção manual. E as pedras brutas, a falta de lapidação vai de encontro a essa estética do que é mais natural.

Agora, onde comprar? Não é tão fácil achar para comprar,porque como disse, as marcas de acessórios mais acessíveis ainda não despertaram para esse tendência. Mas a internet – em especial as redes sociais – é um paraíso para pesquisar e já achei alguns perfis no Instagram de marcas que trabalho com esse tipo de bijoux. São elas: Sou Sou, Iolita Creations,  Pedra Gaia, Escudero Online, Evna e Clã Acessórios.

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Ainda não comprei em nenhuma delas, para ser sincera com vocês. Estou só paquerando as peças e pesquisando preços. Algumas são mais em conta, mas considerando que algumas pedras naturais são mais caras, o preço do produto tende a ser mais alto também, especialmente se folheadas a ouro. Mas na ABX Contempo, loja de roupas e acessórios aqui em Salvador, encontrei um colar beeem bonito com uma pedrona e preço bom (foto acima). Outro lugar aqui perto que costuma ter muito desse tipo de acessórios é em Praia do Forte. Lá tem um loja incrível, com muitas opções e preços variados. Não lembro o nome, quando for novamente anoto direitinho para atualizar aqui e por fotos. Alguém aí tem mais loja para indicar? Vamos ficar de olho e esperar novas opções aparecerem! ;)

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Algaszarra, a marca de bijuterias essencialmente baiana.

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Para dar seguimento a nossa série de postagens sobre profissionais e empresas do mercado de moda baiano, escolhi como a primeira marca para visitar, a Algaszarra. Vários são os motivos: é uma empresa essencialmente baiana, bem conhecida por aqui, com trinta anos de história e de propriedade de uma família muito querida.

A história da Algaszara começou na década de 80 e está totalmente ligada à vida dos seus fundadores, Guilherme e Regina Linhares! Ele morava no Porto da Barra e adorava o mar. Ainda menino já tinha talento e gosto para criar colares e pulseiras com as conchas e algas que recolhia na praia. Já Regina era bailarina, adorava livros e se apaixonou pelo jovem cheio de criatividade. Juntos começaram a criar a trajetória da marca. O nome surgiu de uma brincadeira com a palavra algas – matéria prima das primeiras bijuterias e de algumas delas até hoje -, e a algazarra que que faziam na biblioteca da mãe do Guilherme enquanto montavam as peças. Algum tempo depois abriram a primeira loja, participaram de feitas, trabalharam duro e aos poucos foram expandindo o negócio, que hoje conta com nove lojas físicas nos principais shoppings de Salvador – cinco delas franquias -, uma unidade em Fortaleza, a linha de produção e agora a loja online.

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Quem já teve a oportunidade de ver de perto o trabalho da marca sabe que sua história é contada através de cada produto selecionado ou produzido. Pois, apesar de oferecerem uma variedade gigantesca de peças e estilos, se mantendo sempre atualizados de acordo as tendências do mercado, não deixaram de lado as raízes e até hoje podemos encontrar bijuterias com conchas, corais, madre pérolas e referências marítimas, que tem tudo a ver com o DNA da marca ao longo desses 30 anos.

Por conta da grande demanda, parte dos produtos são fornecidos, mas outra parte – e que vem crescendo a cada dia -, é feita na produção sob a criatividade e orientação de Guilherme e Regina. Ele costuma fazer a peça piloto que depois de testada e aprovada, passa para a linha de montagem para ser reproduzida. O lugar é de enlouquecer quem curte bijuterias! Cheio de pecinhas e matéria prima para criar os mais diversos acessórios! Quase todos os dias tem novidades saindo de lá direto para as lojas!

Tudo é feito com muito cuidado e pensado para atender o cliente. Aliás, se tem uma coisa que é incrível na marca é o quanto eles são cuidadosos e preocupados em oferecer aquilo que o cliente deseja. A preocupação é ter disponível tudo que você precisa, desde o elástico de cabelo à clutch maravilhosa para uma festa. E sempre com preços justos, pois eles praticam valores o mais acessíveis possíveis ao consumidor, dentro das possibilidades que o negócio permite. Além disso, se tem uma peça que você quer de determinado jeito e não encontrou, vá até o site e conte sobre o seu desejo; eles farão o possível para realizá-lo!

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Há alguns anos a marca não tinha presença na internet, mas isso vem mudando rapidamente. Com um site novo, moderno e cheio de novidades, a Algaszarra conta agora com atualizações frequentes nas mídias sociais – Instagram, Facebook, blog -, e recentemente abriu a loja virtual! Amanda Dragone, responsável pelo marketing digital da empresa explica que a evolução desse contato online com o consumidor tem sido extremamente positivo: “muitas vezes o cliente vê a peça no Instagram e vai à loja procurar, outras pedem e a gente já deixa reservado na loja mais comoda para ela“.  Eles também vêm investindo em campanhas e editoriais veiculados em revistas e outdoor, sempre voltados para valorizar a essência da marca e também a beleza e versatilidade da mulher baiana.

Todo esse trabalho em conjunto, bem planejado e executado, com todo o carinho e dedicação que só uma empresa familiar tem, vem ajudando a fortalecer e fixar a marca na mente do consumidor baiano e conquistando mais admiradores a cada dia.

Siga: www.algaszarra.com.br | @algaszarra | fb.com/Algaszarra

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Acessórios para dar um up no abadá

Aproveitando a deixa dos maxi colares de ontem e o restinho (inho meessmo) de clima de carnaval, resolvi juntar os dois assuntos em um e falar dos looks de carnaval da Thássia Naves.  E porque exatamente os looks dela? Porque ela quase não customizou os abadás e mesmo assim chamou a atenção com um visual muito bem elaborado. E de um jeito muito simples: apostando em maxi colares e outros  acessórios.

Nem sempre dá tempo de levar a camiseta do evento – seja carnaval, feijoada pós carnaval, micareta ou qualquer outra festa de camisa ao longo do ano – para cortar e ajustar com uma costureira. E nem todo mundo tem habilidade para fazer isso sozinha em casa. E aí, como faz?  A ideia é fazer da camiseta uma coadjuvante no look, chamando atenção para os acessórios, que no caso da Thássia foram dois meeeega colares! Como é carnaval e agente se permite muito mais na hora de se ornar. Dá para sair com um super colar assim e até tentar uma mistura de maxi colares é bem vinda! Porque nessa época a gente não tem receio de sair meio árvore de Natal, né? Foi o caso de outra blogueira, a Carla do blog (f)utilidades, que também não teve tempo de customizar o abadá e apostou no truque da acessório (veja aqui).

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Uma outra alternativa interessantes é fazer o olho correr para uma segunda peça de impacto, que pode ser um colete – tipo o que Thassia usou – ou uma saia cheia de brilho, como a Lala Noleto também fez. Pela foto, a gente percebe que a Lala até mandou ajustar a camiseta do camarote para ficar certinha no corpo. Mas repare que se não desse tempo de fazer isso, bastava cortar o comprimento, um pouco das mangas e gola que ia ficar lindo com a saia, que é a estrela do look. O olho vai toooodo pra ela!

Lógico que esses “truques” valem mesmo para quem vai para camarote, porque no bloco é complicado usar muito colares e saias bordadas. Na rua é tudo muito cheio, apertado e corre o risco de sua bijoux enroscar em outra pessoa ou você acabar estragando sua peça bordada de paetês e canutilhos. Não recomendo! Nesses casos, vai no jeans, no tênis, e no máximo um colar só, daqueles que se por um acaso cair, enroscar, derramar cerveja em cima, você não vai ficar chateada. Mas para as mocinhas do camarote, olha uma super oportunidade muito boa de fazer valer toda a grana que você gastou em bijoux e sair toda coberta de “ouro”. kkkk