Meu top 5 da Semana de Alta Costura

E então, chegou ao fim a semana de alta costura! Nem foram tantos desfiles, se compararmos com o lista interminável da NYFW que vem por aí. Mas foram 26 apresentações, algumas com mais de 60 looks, ou seja, muita coisa para ver com calma, em detalhes. Mas só com aquela olhada geral, deu para perceber que: tivemos muita pluma, bordados, tule, transparências, babados e volumes. O rosa esteve presente em vários momentos, e o azul clarinho, meio acinzentado também. Também notei algumas marcas trazendo aplicações em 3D – em especial de flores – e estampas bem bonitas, afinal é primavera!

Tudo isso pode render muitas pautas, mas que vou tentando fazer aos poucos, já sou só uma só e não uma redação de revista com vários profissionais. E acredito também que é bom mesclar com outros assuntos, para não ficamos monotemáticas. Por hora, separei os meus 5 favoritos, salientando que me impus a regra de não repetir estilista porque caso contrário, corria o risco de um certo libanês que começa E e termina com LIE aparecer bastante por aqui (até rimou! que brega! kkk). Mais uma coisinha! Lógico que esta escolha tem tudo a ver com meu gosto pessoal, não necessariamente o que eu usaria, mas o que achei visualmente encantador. Não é e nunca será minha pretensão fazer “a crítica” de moda, ok? Está em ordem aleatória.

1. O desfile de Giambattista Valli teve vário looks encantadores, em especial a sequência de rosas no final. Só que esse cheio de aplicações de florzinhas e mini pássaros em preto e amarelo encheu meus olhos. Acho que a mistura das cores – rosa, preto, amarelo e lilás – ficou tão suave e super harmoniosa. Além disse, ele parece super simples assim, olhando de frente, mas nas costas tem uns babados que o faz sair do comum, ganhar todo um drama, digno de tapete vermelho mesmo!

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2. A Valentino apresentou uma coleção com ares renascentista. A primeira parte era super pesada, com vestidos fechados, com cara de roupa medieval. No final, eles ficaram mais fluidos e delicados e aí comecei a curtir mais. Não que a primeira parte não seja bonita, é muito, mas não faz meu estilo. E então eu escolhi esse vestido da pipa porque é inusitado, no meio de tantos vestidos densos e volumosos. Fora que as costas dele também é de uma sensualidade linda e delicada!

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3. Zuhair Murad, também libanês, é que nem Elie, difícil de escolher um só. O estilo é bem parecido, só que com uma pegada um pouco mais sexy. No final das contas, acabou escolhendo esse curtinho, que nem tem nada de sensual, mas me encantou pelas cores. Esse azulzinho é um amor!

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4. A Armani Privè fez uma coleção linda, tão sofisticada e elegante, em cores neutras (que eu amo!) e uma mistura maravilhosa de peças mais fluídas – como as pantalonas e saias em seda e plissadas – e outras mais rígidas. Com uma inspiração oriental, o bambu apareceu nas estampas, texturas e acessórios. Muito, muito incrível! Também difícil de escolher um só. Escolhi esse porque tem um pouquinho de todos os elementos que amei nessa coleção.

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5. Finalizando com Elie Saab, e apesar dos lindos bordados eu escolhi um dos vestidos estampados porque é quando ele aposta nas estampas que ele traz um quê de diferente para a coleção.

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Esse foram os meus cinco mais, mas tem outros tantos incríveis. Só que eu precisava resumir, né? Para ver todos os modelos de todos os desfiles, em detalhes, com muito zoom e ainda fotos de beleza, acessórios e backstage, indico o style.com . Todas as fotos deste post são de lá! ;) Divirtam-se!

Suzana e Suzane Massena, modelos.

Para esse novo ano do blog, uma das minhas vontade era de trazer um conteúdo voltado para o mercado de moda em Salvador. Falar das marcas e profissionais daqui, contar um pouco dessas história. Para a estreia desse projeto tive a alegria de contar com a participação de não somente uma, mas duas profissionais baianas que estão trilhando um belo caminho nesse mundo que a gente adora. Convidei as modelos e gêmeas Suzana e Suzane Massena para contar um pouco sobre o trabalho e a história delas.

Acredito que não seja muito fácil ser modelo aqui em Salvador. O mercado é pouco aquecido, não se vê muitas marcas locais – que já são poucas, a maioria é franquia – investindo em campanhas e editoriais. Os veículos de comunicação voltados para a moda também são poucos e aí só sobra o mercado publicitário, que não é bem o que um modelo fashion quer, né? Daí que quando a gente vê alguém se destacando e fazendo bons trabalhos é de se admirar! É o caso de Suzana e Suzane.

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Elas são gêmeas e isso por si só já uma coisa que chama atenção. E são negras, com olhos puxados e um lindo cabelo black, características que infelizmente não se vê muito nas revistas e passarelas afora. Talvez por isso elas chamaram a atenção de Anna Dello Russo e ficaram para os quatro dias de ensaio – elas tinha sido chamadas para apenas um – que a editora da Vogue Japão fotografou em Salvador, no início de 2013. O resultado foi conferido nas edições de fevereiro de 2013 das Vogue Brasil e Japão. Em maio do mesmo ano foi a vez de fotografar ao lado de Naomi Campbell também para a Vogue Brasil.

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O começo

Mas a história não começa aí, não. Desde pequenas elas já tinham o sonho de seguir os passos da irmã mais velha, Suellen, também modelo. Aos 11 anos elas a acompanhavam nos testes e participavam de concursos de beleza. “Começamos com os concursos de beleza black mirim, fazíamos bastantes desfiles! Eram simples mas muito importante para nós que tínhamos um sonho de se tornar uma modelo reconhecida e de fazer grandes desfiles“, explica Suzana.

Aos quatorze anos, o destino deu um super empurrãozinho na carreira das meninas quando a produção da Xuxa – essa mesma, a rainha dos baixinhos – estava a  procura de meninas com o sonho de seguir carreira de modelo. Elas receberam o convite para desfilar no Monange Dream Fashion Tour e ainda ganharam de presente um book, que foi realizado em São Paulo.

Eu bem me lembro quando comecei a participar dos primeiros desfiles da Made in Bahia e Expo de Moda aqui em Salvador. Elas eram super disputadas, todo mundo queria as gêmeas para desfilar. Em pouco tempo já não tínhamos mais porque disputar já que as meninas foram para São Paulo e daí um monte de coisa boa foi aparecendo.

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Capa da Elle South Africa e editorial na Marie Claire também sul africana.

 

Os trabalhos e planos para o futuro

Elas já estiveram – e ainda estão! – nos lookbooks da Farm, nas passarelas do Fashion Rio e São Paulo Fashion Week, Semana de Moda de Nova York, e uma recente temporada na África do Sul rendeu muitos trabalhos, entre eles a capa desse mês na Elle e um editorial na Marie Claire naquele país. “ A experiência de conhecer outros países é incrível, você aprende línguas e culturas diferentes e a conviver com pessoas com costumes diferentes do seu“, conta Suzana.

Quando pergunto quais o próximos passos e trabalhos que vêm pela frente Suzana diz que a ideia é “prosseguir com a carreira internacional e levar meus pais para morar conosco em São Paulo“. Quanto aos trabalhos, “preferimos fazer um pouco de suspense e nunca mostrar antes do tempo. Mas vem coisa boa por ai!” A gente fica muito na torcida para ver essa dupla cruzando as passarelas internacionais e estampando páginas e capas das revistas gringas!

Para acompanhar o trabalho das meninas, você pode curtir a fanpage delas no Facebook (aqui).

Chanel Haute Couture Primavera/Verão 2015

Esse é o terceiro dia de desfiles lá em Paris, e hoje foi dia de Chanel, um dos desfiles mais esperados da temporada. Isso porque Karl Lagerfeld sempre surpreende com os cenários mais lindos e inusitados. Confesso que não sou muito fã do estilo Chanel de Karl, o que não me impede de apreciar a preciosidade do trabalho dele. É questão de gosto mesmo… enfim. Mas o desfile como sempre repercutiu bastante nas redes sociais, com inúmeras fotos nos perfis das grandes revistas, blogueiras e famosos. Ah, o cenário da vez? Um jardim, todo branco que ia se abrindo e brotando coloridas flores. Como disse, uma preciosidade!

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Li que foram seis meses criando todas essas flores, algumas feitas em papel, e cada uma delas possui uma engrenagem – cerca de 300 motores – que abria a medida que o jardineiro passava regando-as com o regador grifado Chanel. E quanto ao desfile? Então, né… como eu disse, não curto esse estilo tudo muito misturado que o Karl faz, é um styling que não me agrada tanto. O que posso dizer de umbigo de fora? Pois é, taí uma das propostas do moço.

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E aí eu me pego pensando como são as coisas nessa vida fashion! Eu particularmente nunca fui de usar barriga de fora. Talvez quando criança eu tenha usado, mas não conta porque não era uma escolha consciente, mas desde que me entendo por gente não lembro de ter feito essa opção na hora de me vestir. E definitivamente, não é porque a Chanel chancelou o funkeira-way-of-dress que eu vou adotar – sem julgamentos, ok? Mas é fato que cintura baixa e barriga de fora é uma vestimenta bem comum quem curte esse estilo de vida, que não é o meu. Mas quanto tempo até que as it girls que abominavam o umbigo à mostra comecem a desfilar por aí de top e cintura baixa Chanel? Porque eu juro que me lembro de várias delas dizendo – nos seus blogs e em entrevistas do tipo “o-que-você-nunca-usaria” – que nunca lançariam mão do umbigo à mostra. Na verdade os tops já tinham subido de comprimento quanto veio a onda dos croppeds, mas as cintura ainda estavam altas. Agora, Karl baixou as cinturas das saias e aí…  Será que pega?

Alta Costura: história e regras

Essa semana, mais especificamente no último domingo, começou a semana de Alta Costura em Paris. Essa não é uma semana de moda qualquer, e sim os desfiles das Maisons de Haute Couture - em português, as casas de alta costura. São os desfiles do inacessível, porque esse tipo de roupa não está ao alcance de qualquer pessoa, e também não é feito por qualquer um. Em um post antigo aqui do blog (link aqui), cheguei a falar sobre quais as regras para fazer parte desse seleto grupo, mas achei que valia a pena uma nova postagem, com mais história e informação que pesquisei nos meus livros e anotações de aula.

A história começa no século 19, com um inglês chamado Charles Frederick Worth. O público em geral nunca ouviu falar desse senhor, mas quem estuda moda com certeza o conhece, pois é um nome bem emblemático. Era a época da Revolução Industrial – que começou ainda no final do século anterior na Inglaterra, com o surgimento do tear mecânico e indústrias de tecidos de algodão, e depois se espalhou pelo restante da Europa, durante todo o século dezenove -,  quando se deu o desenvolvimento de diversas máquinas, inclusive a de costura, de modo que a produção de roupas passou a ser mais rápida e fácil. Essa produção em série era escoada através dos grandes magazines, como era o caso do Le Bon Marché, inaugurado em 1838 e que existe até hoje. Com um cenário de crescimento da roupa feita em fábricas, Worth percebeu que era preciso valorizar a criação. A moda para os afortunados era dominada por costureiras, que faziam as peças de acordo com os pedidos das clientes, sem que houvesse um trabalho de efetiva criatividade. Então, em 1858, ele abriu seu próprio negócio em Paris, na rue de la Paix, onde vendia seus vestidos exclusivos para aristocratas que ele selecionava, através de indicações de quem  já era seus clientes. As roupas eram criadas a seu gosto, sem interferências dos desejos das madames. Essas iam até ele atrás de seu poder criativo, e não ele quem corria atrás de clientes para satisfazê-las. Surgia então a ideia de artista e deixava-se para trás a figura do simples costureiro, reprodutor de modelos. Foi de Worth também a ideia de usar uma “modelo” para desfilar suas peças, que no caso foi a sua esposa, Marie.

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Bastidores do desfile Dior em 1947. | Foto: Reprodução Hapers Bazaar UK

Ainda que suas peças fossem super exclusivas e feitas com todo requinte e luxo, o nome Alta Costura ainda não era usado para denominar esse tipo de trabalho. Em 1868 foi criada a Le Chambre Syndicale de la Haute Couture, mas somente em 1908 que o termo haute couture foi criado e usado pela primeira vez. O termo é legalmente registrado e só pode ser usado para denominar as maisons que, aprovadas pela Chambre, fazem parte desse seleto grupo, que é revisado e atualizado anualmente. Nenhuma marca além desse grupo pode se carregar essa denominação, pois alta costura só é feita em Paris, por estas maisons. Na Itália, as marcas que fazem roupas exclusivas de luxo são chamadas de alta moda e nos Estados Unidos de high fashion, por exemplo.

Existe uma séria de regras, que foram criadas em 1945 e atualizadas em 1992. Essas regras, inclusive, foram criadas para preservar a Alta Costura na França, já que nesse período, quando ocorria a 2ª Guerra Mundial, Hitler tentou levá-la para Berlim. São algumas delas:

-  as maisons, como são chamadas, devem ter sede em Paris, com endereço no Triangle D’or, composto pelas avenidas Champs-Elysées, Montagne e Geroge V;

-  as peças devem ser sob encomenda, sob medida, com uma ou mais provas;

- elas também devem ser feitas de forma artesanal, sem interferência de máquinas;

- a ateliê deve contar com pelo menos 20 funcionários;

- a cada temporada, deve apresentar 35 modelos diferentes, entre peças para o dia e para noite (ou seja, não é só vestido de festa, mas roupa para o dia a dia também).

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Bastidores do ateliê da Dior. | Foto: Reprodução Google

O grupo é formado por membros permanentes – seguem todas as regras, mantendo sua sede em Paris – correspondentes – grifes que não sediadas em Paris representam a alta costura em seus países, como Elie Saab, Armani e Valentino, por exemplo – e convidados – não precisam seguir todas as regras e participam com coleções isoladas. Para essa temporada Verão 2015, os convidados são: Alexandre Vauthier, Dice Kayek, Julien Fournié, Rad Hourani, Ralph & Russo, Schiaparelli, Serkan Cura, Stéphanie Coudert, Yiqing Yin and Zuhair Murad. A Maison Martin Margiela, que é membro correspondente, este ano está fora do calendário por ter apresentado sua coleção antes da semana oficial, já que uma das regras é que a coleção apresentada na semana Alta Costura seja inédita. O calendário oficial está no site da Federação Francesa (aqui).

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Bastidores do ateliê Valentino. | Foto: Reprodução Google.

Toda essa excelência custa caro e poucas pessoas no mundo podem comprar alta costura. Um vestido de gala pode demorar semanas para ser produzido e custar 300 mil doláres, por exemplo, tudo feito à mão. Assim, as maisons que as produzem também trabalham com coleções prêt-à-porter e com linhas de acessórios, cosméticos e perfumes. Esses últimos, aliás, são os grandes responsáveis por “sustentar” as marcas. Para quem lê em inglês, indico este artigo aqui do site do jornal inglês Independet, que fale um pouco sobre esse mundo.

Fontes: Ismos – Para entender a Moda de Mairi Mackenzie; aula de João Braga para Eduk – 12 e 13 de janeiro de 2015; modahistorica.blogspot.com.br; www.modeaparis.com; www.independent.co.uk.

Favoritos de beleza – Janeiro

O mês está entrando na reta final e acho que já posso selecionar os meus favoritos no quesito beleza. Já contei aqui para vocês que não tenho o hábito de comprar muitos cosméticos e produtos de beleza em geral, apesar de adorar umas comprinhas baratas de farmácia. Mas esse mês recebi alguns jabás, outros recebidos há mais tempo que comecei a usar agora e também ganhei presentes de Natal. Ou seja, novidades na necessaire. Vamos à eles!

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Para começar, Óleo Johnsons’s Baby de Amêndoas (1), porque eu viciei em usar óleos no banho e até meio que abandonei os hidratantes. Acho mais prático passar o óleo, dar uma enxaguada e se secar. Tenho experimentado vários, mas esse mês acabei levando esse da Johnson’s Baby e amei! O cheiro é super suave – afinal, é para bebê, né? – hidrata bem demais! Ainda tenho outros aqui para experimentar quando acabar, mas por enquanto é o preferido entre todos que já tive. Ainda no quesito cheiros, consegui encontrar um perfume que eu gostasse do cheiro e não me fizesse espirrar, já que tenho rinite alérgica. Ganhei de Natal essa água de colônia Vitória Régia da L’occitane (5) e finalmente estou usando perfume todos os dias \o/

Passando para o ítens de pele e maquiagem. Jabá mais mára nessa vida é ganhar protetor solar – ainda mais da La Roche, assim pertinho do verão. A L’oreal fez uma coletiva aqui em Salvador no final do ano para apresentar as novidades da marca e levamos esse e outros produtos para casa. De longe o Anthelios Airlicium (3) foi meu favorito porque super cumpre o que promete: pele seca com sensação de limpeza e sem oleosidade por muito tempo. Já o Gel Hidratante Anti Acne da Nivea (8) foi comprado mesmo. Não é um creme daqueles de fórmula receitado por dermatologista, nem um produto indicado para problemas mais graves de pele, mas tem uma textura boa e refrescante e é com ele que finalizo meus cuidados noturnos para o rosto. De maquiagem, dois jabás também muito bons: Pó compacto Bronzer Glam da Eudora (6), que eu guardei para estrear no verão para valorizar o bronzeado que peguei nesse final de ano (cof cof, até parece que peguei essa cor toda! kkk) e Iluminador em bastão da Natura Una (2) que me surpreendeu mega positivamente! Ganhei esses dias na Ação Natura Mais Perto (com um monte de outros produtos que vou testar aos poucos), usei para sair dias desses no sábado e pá! Apaixonei pelo brilho!

Por fim, produtos para os cabelos! Meu amor total pelo shampoo/condicionador de farmácia que deu os melhores resultados no meu cabelo: Pantene Expert Keratin Repair (7). Não é dos mais baratos, mas deixa meu cabelo muito macio, mais que qualquer outro nacional. Sendo assim, melhor custo x benefício para mim. Reveso com outras linhas da Pantene, porque acho a marca muito boa, mas a linha Expert é mesmo a minha preferida. E o outro produto – que foi um presente da marca – é o Óleo de tratamento da Tressemé para cabelos crespos (4). Então, mesmo antes de alisar meu cabelo não era beeem crespo, era cacheado, mas ele deu um resultado muito bom. O cheiro é gostoso e os fios ficam muito macios.

E agora acabou! Esses foram os produtos – ganhados ou comprados – experimentados e aprovados desse mês. Lembrando que a ideia do post é dividir com vocês experiências positivas e que produtos de tratamentos como protetor solar e hidratantes para rosto é sempre bom consultar com o dermatologista antes de comprar. Não é porque funcionou para mim, para minha pele, meu organismo, que necessariamente funcionará com todo mundo, ok?  Aguardemos o que o mês de fevereiro trará! ;)